Um Sonho Incomum: O Tambor

 Um Sonho Incomum: O Tambor


Bom, meu nobre leitor ou leitora. Tudo bem? Com o senhor é sempre palavras afáveis, mas com o Narcoestado é filho da p(...), safados, vão se f(...), vão para casa do c(...), pois é o linguajar que gostam de ser tratados. Dias atrás, eu sonhei com a antiga igreja. Eu via um rapaz que estuda comigo, ele pertence a igreja que frequentava, ele estava de terno preto e dirigia uma reunião para preparar o culto. Eu estava de terno bronze, mas não via meu corpo. Eu contava um sonho dentro do sonho: "eu via tamborista indo para guerra e sem soldados. Eles tocavam tambor de diversas cores: verdes, etc. Eles recuavam e subiam em prédios altos que rememoram construção dos EUA". Ali estava um ex-membro da igreja e careca. Nisso, eu migrava para minha antiga igreja e terreno. Ali haveria uma homenagem a maçons. Eu não participava. Ali estava um colega do curso que não tenho contato de amigo. Ele é o F(...). Ele faz educação física. Eu fui para casa. Nisso minhas irmãs permitiam o ex-membro entrar na minha casa. Ele agredia com palavras e estava endemoniado. Eu acordei. Como assim Rhaniery? Ontem, apareceu um missionário e vídeo de sugestão, YouTube, de uma igreja nos EUA que colocou tamboristas do alto e parece que houve acidente. O missionário parece ter alegado um deboche ou qualquer coisa do tipo. Eu achei incomum. Por que você coloca sempre sonho incomum? Somente Javé e Jeshua pode dizer se é Dele. Certo? Participe da pesquisa ou até mesmo estude os conceitos do blog e investigue. Rhaniery, eu não tenho curso de nada. Comece a fazer cursos livres de psicologia, filosofia, sociologia, história, etc. Agregue conhecimento e tenha respaldo por certificados. É o começo. Forte abraço!


A Batalha de Josafá: 

Quando o Louvor Veio Antes da Guerra


1. A ameaça contra Judá

(2 Crônicas 20:1–4)

O texto relata que os povos de Moabe, Amom e alguns dos meunitas (ou edomitas) se levantaram contra Judá. Era uma grande multidão vindo do outro lado do mar Morto, e a notícia trouxe temor ao reino.

Diante da ameaça, Josafá não começou organizando estratégias militares — ele buscou o Senhor. Proclamou jejum em todo o território, e o povo se reuniu no templo em Jerusalém para clamar por socorro.

“Então Josafá temeu e pôs-se a buscar ao Senhor; e apregoou jejum em todo o Judá.” (2 Crônicas 20:3)


2. A oração que mudou o rumo da batalha

(2 Crônicas 20:5–13)

Em pé diante da congregação, Josafá fez uma oração poderosa. Ele relembrou quem Deus era — soberano sobre as nações — e recordou as promessas feitas a Israel. Ele confessou a incapacidade do povo diante do inimigo:

“Porque em nós não há força perante esta grande multidão que vem contra nós, e não sabemos o que fazer; porém os nossos olhos estão postos em ti.” (2 Crônicas 20:12)

Essa declaração resume o coração da fé: reconhecer a própria limitação e depender totalmente de Deus.


3. A resposta profética

(2 Crônicas 20:14–17)

O Espírito do Senhor veio sobre Jazaiel, um levita, que trouxe uma palavra clara:

“Não temais, nem vos assusteis por causa desta grande multidão, pois a peleja não é vossa, mas de Deus.” (2 Crônicas 20:15)

E ainda:

“Nesta batalha não tereis que pelejar; tomai posição, ficai parados e vede o livramento do Senhor.” (2 Crônicas 20:17)

Deus prometia lutar por Judá.


4. Louvor antes da vitória

(2 Crônicas 20:18–21)

Na manhã seguinte, Josafá tomou uma decisão incomum do ponto de vista militar: colocou cantores à frente do exército.

Eles iam adiante vestidos com trajes santos, proclamando:

“Louvai ao Senhor, porque a sua misericórdia dura para sempre.”

Não eram soldados na linha de frente — eram adoradores.


5. Deus entra na batalha

(2 Crônicas 20:22–24)

No momento em que começaram a cantar e a louvar, o Senhor armou emboscadas contra os inimigos. Moabitas e amonitas se voltaram contra os edomitas, e depois passaram a se destruir mutuamente.

Quando Judá chegou ao local da batalha, encontrou apenas cadáveres. Nenhum inimigo havia escapado.

A vitória veio sem que Judá precisasse lutar.


6. O vale da bênção

(2 Crônicas 20:25–30)

O povo levou três dias recolhendo despojos, pois havia grande abundância de riquezas. No quarto dia, reuniram-se no vale que passou a ser chamado de “Vale de Beraca” (vale da bênção), porque ali bendisseram ao Senhor.

Josafá retornou a Jerusalém com alegria, e o temor do Senhor caiu sobre os reinos vizinhos.


Lições Espirituais da Batalha de Josafá

  1. O medo pode ser o início da fé.
    Josafá temeu — mas correu para Deus.

  2. A oração precede o livramento.
    Antes da estratégia, houve consagração.

  3. A batalha pertence ao Senhor.
    Deus luta por aqueles que confiam n’Ele.

  4. O louvor é arma espiritual.
    O som da adoração precedeu o milagre.

  5. O vale da luta pode se tornar o vale da bênção.


Conclusão

A história em 2 Crônicas 20 não é apenas um relato militar; é uma narrativa sobre confiança radical. Quando Josafá colocou louvoreiros à frente do exército, ele estava declarando que a vitória não viria pela força humana, mas pelo poder de Javé.

Essa passagem continua sendo uma inspiração para muitos cristãos: há batalhas que não se vencem com espadas, mas com fé, oração e louvor.



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